A Uréia é um tipo de adubo que tem como principal função fornecer nitrogênio (N) para as plantas. Este adubo apresenta em sua composição 45% de nitrogênio na forma amoniacal. É bastante solúvel em água e possui alta higroscopicidade, o que significa que absorve bastante umidade do ambiente. Por isso deve sempre ser estocada em ambiente seco e protegido da chuva para evitar seu “empedramento”.
No Brasil, são raros os solos que apresentam em sua estrutura N suficiente para o desenvolvimento das plantas, sendo fundamental a adição de N na forma de adubos nitrogenados para garantir o desenvolvimento das culturas.
A uréia apresenta outras vantagens, como menor custo com fabricação, transporte, armazenagem, aplicação, elevada solubilidade em água, pouco corrosiva e se mistura facilmente a outros adubos. Porém, como desvantagens da uréia, destaca-se elevada higroscopicidade que é a tendência de absorver umidade do ar atmosférico e maior susceptibilidade à volatilização. Se aplicar a uréia em ambiente com umidade decorre a decomposição e a liberação da uréia.
A uréia é importante para as plantas pois atua na síntese de proteínas, resultando em maior desenvolvimento da planta. Também atua na síntese da clorofila, composto que é responsável pela cor verde da planta atua diretamente na fotossíntese, que resulta em energia para a planta por meio de carboidratos. Se a ocorrer deficiência deste nutriente, o sintoma mais característico é o amarelecimento da planta.
Hortaliças
Abobrinha
Alface
Beterraba
Cenoura
Rabanete
Morango
Tomate
Aplicar cerca de 10 g/m2 do adubo na área por volta de 10 a 15 dias antes do plantio.
Aplicar em cobertura de 25 a 30 g/m2 , parcelando em 3 aplicações, a primeira aos 15 dias após a germinação das plantas, a seguintes a cada 10 a 15 dias. Depositar sobre o canteiro sem atingir as plantas.
Pastagens
Panicum
Brachiaria
Aplicar 10g/m2 do adubo no momento do plantio.
Para manutenção da pastagem, aplicar 15 a 25 g/m2 a lanço no início da estação das águas após o rebaixamento do pasto
Gramados
Grama Esmeralda
Grama Batatais
Aplicar de 10 a 15 g/m2 a lanço cerca de 10 a 15 dias antes do plantio.
Aplicar em cobertura de 60 a 70 g/m2 a lanço parcelada em 3 aplicações na época das chuvas, após o rebaixamento do gramado.
Frutíferas
Citrus:
laranja,
limão,
tangerina,
murcote
Abrir um buraco de 40x40x40cm e aplicar 10g do adubo. Misturar bem com a terra e calcário cerca de 10 dias antes do plantio da muda.
Para adubação de produção aplicar:
180 g/planta no primeiro ano;
360 g/planta no segundo ano;
450 g/planta no terceiro ano;
670 g/planta no quarto ano;
900 g/planta a partir do quinto ano.
As quantidades devem ser parceladas em 3 aplicações:
Adubo nitrogenado recomendado para adubações de cobertura em culturas diversas pensando na reposição do elemento N (Nitrogênio). Constituição aproximada: 46% N
A pecuária brasileira enfrenta desafios constantes quando o assunto é produtividade a pasto. Entre as principais dificuldades estão os solos de baixa fertilidade, comuns na região do Cerrado, e a necessidade de forrageiras que aliem rusticidade, valor nutricional e persistência ao longo dos anos.
O manejo de pastagens em áreas sujeitas ao acúmulo de água sempre foi um dos maiores desafios para o pecuarista brasileiro. Tradicionalmente, as cultivares de alta produtividade da espécie Panicum maximum (como o Mombaça ou Tanzânia) exigem solos bem drenados, sofrendo perdas drásticas em condições de "pé molhado".
No cenário agrícola atual, o produtor rural enfrenta desafios que exigem soluções inteligentes e de baixo custo. Seja na recuperação de solos degradados, no combate a pragas invisíveis ou na busca por alternativas para alimentar o gado na entressafra, a escolha da semente certa faz toda a diferença. É nesse contexto que o Feijão Guandu BRS Guatã se destaca como uma das tecnologias mais promissoras desenvolvidas pela Embrapa. O que é o Feijão Guandu BRS Guatã?
Publicado em 14/05/2026 07:45| Publicado em Notícias
A BRS Carinás é a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens desenvolvida especialmente para as condições do Cerrado, reunindo alta produtividade, adaptação a solos ácidos e excelente desempenho animal por área. Mas o que realmente torna essa forrageira um marco para a pecuária nacional? Neste artigo, você vai entender como foi seu processo de desenvolvimento, seus diferenciais técnicos em relação às cultivares tradicionais e por que ela pode ser uma estratégia inteligente para elevar a eficiência e a rentabilidade da sua propriedade. Clique e descubra se a BRS Carinás é a escolha certa para o seu sistema produtivo.
Publicado em 21/05/2025 16:09| Publicado em Notícias
Se você está procurando uma alternativa ao capim Massai e não sabe qual a melhor opção, o cultivar BRS Tamani pode ser a escolha certa. A palavra “tamani”, da língua africana falada no Quênia, significa “precioso”. Algumas características da forragem fazem jus ao nome.