O cloreto de potássio (KCl) é um adubo do grupo dos potássicos que apresenta cerca de 58% de K2O em sua composição. É a principal fonte de potássio para uso na agricultura, representando 90% do total de uso de adubos potássicos. De acordo com a legislação, todo cloreto de potássio deve ser comercializado com no mínimo 58% de K2O.
O K está entre os macronutrientes mais utilizados pela planta, sendo menor apenas para o consumo de nitrogênio. Para uma elevada produtividade torna-se necessário maiores quantidades de K para a cultura.
O K é importante para as plantas pois influencia diretamente a fotossíntese e produção de carboidratos na planta. Também auxilia no crescimento radicular em profundidade, ajudando a planta a ter um melhor aproveitamento da água. Se ocorrer deficiência de potássio, as plantas não produzem proteínas adequadamente resultando em alimento de baixa qualidade, como no caso de forrageiras.
Hortaliças
Abobrinha
Alface
Beterraba
Cenoura
Rabanete
Morango
Tomate
Aplicar de 20 a 25 g/m2 do adubo em cobertura, parcelando em 3 aplicações, a primeira aos 15 dias após a germinação das plantas, a seguintes a cada 10 a 15 dias. Depositar sobre o canteiro sem atingir as plantas.
Pastagens
Panicum
Brachiaria
Aplicar de 10 a 15 g/m2 do adubo no momento do plantio
Para manutenção da pastagem, aplicar 10 a 20 g/m2 a lanço no início da estação das águas após o rebaixamento do pasto
Gramados
Grama Esmeralda
Grama Batatais
Aplicar de 20 a 25 g/m2 a lanço cerca de 10 a 15 dias antes do plantio.
Aplicar em cobertura de 20 a 30 g/m2 a lanço parcelada em 3 aplicações na época das chuvas, após o rebaixamento do gramado.
Frutíferas
Citrus:
-laranja,
-limão,
-tangerina,
-murcote
Abrir um buraco de 40x40x40cm e aplicar 35g do adubo. Misturar bem com a terra e calcário cerca de 10 dias antes do plantio da muda.
Para adubação de produção aplicar:
50 g/planta no primeiro ano;
100g/planta no segundo ano;
180 g/planta no terceiro ano;
240 g/planta no quarto ano;
360 g/planta a partir do quinto ano.
As quantidades devem ser parceladas em 3 aplicações:
A pecuária brasileira enfrenta desafios constantes quando o assunto é produtividade a pasto. Entre as principais dificuldades estão os solos de baixa fertilidade, comuns na região do Cerrado, e a necessidade de forrageiras que aliem rusticidade, valor nutricional e persistência ao longo dos anos.
O manejo de pastagens em áreas sujeitas ao acúmulo de água sempre foi um dos maiores desafios para o pecuarista brasileiro. Tradicionalmente, as cultivares de alta produtividade da espécie Panicum maximum (como o Mombaça ou Tanzânia) exigem solos bem drenados, sofrendo perdas drásticas em condições de "pé molhado".
No cenário agrícola atual, o produtor rural enfrenta desafios que exigem soluções inteligentes e de baixo custo. Seja na recuperação de solos degradados, no combate a pragas invisíveis ou na busca por alternativas para alimentar o gado na entressafra, a escolha da semente certa faz toda a diferença. É nesse contexto que o Feijão Guandu BRS Guatã se destaca como uma das tecnologias mais promissoras desenvolvidas pela Embrapa. O que é o Feijão Guandu BRS Guatã?
Publicado em 14/05/2026 07:45| Publicado em Notícias
A BRS Carinás é a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens desenvolvida especialmente para as condições do Cerrado, reunindo alta produtividade, adaptação a solos ácidos e excelente desempenho animal por área. Mas o que realmente torna essa forrageira um marco para a pecuária nacional? Neste artigo, você vai entender como foi seu processo de desenvolvimento, seus diferenciais técnicos em relação às cultivares tradicionais e por que ela pode ser uma estratégia inteligente para elevar a eficiência e a rentabilidade da sua propriedade. Clique e descubra se a BRS Carinás é a escolha certa para o seu sistema produtivo.
Publicado em 21/05/2025 16:09| Publicado em Notícias
Se você está procurando uma alternativa ao capim Massai e não sabe qual a melhor opção, o cultivar BRS Tamani pode ser a escolha certa. A palavra “tamani”, da língua africana falada no Quênia, significa “precioso”. Algumas características da forragem fazem jus ao nome.