É um adubo formulado NPK, que tem na sua composição os seguintes nutrientes: 20% de Nitrogênio (N), 5% de P2O5 (fósforo) e 20% de K2O (potássio). Isto quer dizer que a cada 100 kg do adubo, 20 Kg são de N, 5 kg de P2O5% e 20 kg de K2O. Como pode ser observado, a concentração de fósforo é bem baixa nesta formulação de fertilizante, indicando que ele não deve ser usado para plantio e sim aplicado em cobertura. Pode ser aplicado nas mais variadas espécies vegetais, por ser um adubo rico em nitrogênio e potássio. Fornece os nutrientes mais exigidos pelas plantas na época em que ela floresce e frutifica, por isso a adubação de cobertura tem a função de complementar estes nutrientes que são muito requeridos pelas plantas.
Hortaliças
Abobrinha
Alface
Beterraba
Cenoura
Rabanete
Morango
Tomate
Aplicar de 55 a 70 g/m2 do adubo em cobertura, parcelando em 3 aplicações, sendo a primeira de 15 a 20 dias após a germinação das plantas e as demais a cada 15 a 20 dias.
Pastagens
Panicum
Brachiaria
Aplicar de 20 a 30 g/m2 do adubo à lanço no momento do plantio.
Para manutenção da pastagem, aplicar 10 a 30 g/m2 a lanço no início da estação das águas após o rebaixamento do pasto.
Gramados
Grama Esmeralda
Grama Batatais
Aplicar de 100 a 150 g/m2 a lanço em cobertura. Deve-se parcelar em 3 aplicações seguidas de irrigação do gramado.
Frutíferas
Citrus:
laranja,
limão,
tangerina,
murcote
Aplicar em cobertura, ou seja, sobre a superfície do solo ao redor da copa da planta.
Para adubação de produção aplicar:
20 a 30 g/planta no primeiro ano;
50 a 60 g/planta no segundo ano;
60 a 70 g/planta no terceiro ano;
100 a 110 g/planta no quarto ano;130 a 140 g/planta no quarto ano
As quantidades devem ser parceladas em 3 aplicações:
A pecuária brasileira enfrenta desafios constantes quando o assunto é produtividade a pasto. Entre as principais dificuldades estão os solos de baixa fertilidade, comuns na região do Cerrado, e a necessidade de forrageiras que aliem rusticidade, valor nutricional e persistência ao longo dos anos.
O manejo de pastagens em áreas sujeitas ao acúmulo de água sempre foi um dos maiores desafios para o pecuarista brasileiro. Tradicionalmente, as cultivares de alta produtividade da espécie Panicum maximum (como o Mombaça ou Tanzânia) exigem solos bem drenados, sofrendo perdas drásticas em condições de "pé molhado".
No cenário agrícola atual, o produtor rural enfrenta desafios que exigem soluções inteligentes e de baixo custo. Seja na recuperação de solos degradados, no combate a pragas invisíveis ou na busca por alternativas para alimentar o gado na entressafra, a escolha da semente certa faz toda a diferença. É nesse contexto que o Feijão Guandu BRS Guatã se destaca como uma das tecnologias mais promissoras desenvolvidas pela Embrapa. O que é o Feijão Guandu BRS Guatã?
Publicado em 14/05/2026 07:45| Publicado em Notícias
A BRS Carinás é a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens desenvolvida especialmente para as condições do Cerrado, reunindo alta produtividade, adaptação a solos ácidos e excelente desempenho animal por área. Mas o que realmente torna essa forrageira um marco para a pecuária nacional? Neste artigo, você vai entender como foi seu processo de desenvolvimento, seus diferenciais técnicos em relação às cultivares tradicionais e por que ela pode ser uma estratégia inteligente para elevar a eficiência e a rentabilidade da sua propriedade. Clique e descubra se a BRS Carinás é a escolha certa para o seu sistema produtivo.
Publicado em 21/05/2025 16:09| Publicado em Notícias
Se você está procurando uma alternativa ao capim Massai e não sabe qual a melhor opção, o cultivar BRS Tamani pode ser a escolha certa. A palavra “tamani”, da língua africana falada no Quênia, significa “precioso”. Algumas características da forragem fazem jus ao nome.