O 10-10-10 é um adubo formulado do tipo NPK, que possui em sua formulação os seguintes nutrientes: 10% de Nitrogênio, 10% de P2O5 (fósforo) e 10% de K2O (potássio). Isto mostra que a cada 100 kg do adubo, 10 Kg são de N, 10 kg de P2O5 e 10 kg de K2O. É recomendado tanto para aplicação no plantio, pois possui fósforo em sua constituição, quanto para adubação em cobertura. É recomendado para plantas que não florescem e não produzem frutos como as folhagens e as samambaias. Também pode ser aplicado em plantas já desenvolvidas na forma de cobertura.
Hortaliças
Abobrinha
Alface
Beterraba
Cenoura
Rabanete
Morango
Tomate
Aplicar de 70 a 90 g/m2 do adubo cerca de 10 a 15 dias antes do plantio e misturar com a terra do canteiro.
Pastagens
Panicum
Brachiaria
Aplicar de 20 a 40 g/m2 do adubo no momento do plantio
Para manutenção da pastagem, aplicar 10 a 30 g/m2 a lanço no início da estação das águas após o rebaixamento do pasto. Fazer a irrigação da pastagem após a aplicação se possível.
Gramados
Grama Esmeralda
Grama Batatais
Aplicar de 55 a 70 g/m2 a lanço cerca de 10 a 15 dias antes do plantio.
Para manutenção do gramado, aplicar cerca de 80 g/m2 parcelado em 3 aplicações. Recomenda-se fazer uma irrigação após a aplicação.
Frutíferas
Citrus:
laranja,
limão,
tangerina,
murcote
Abrir um buraco de 40x40x40cm e aplicar 600g do adubo. Misturar bem com a terra e calcário cerca de 10 dias antes do plantio da muda.
Para adubação de produção aplicar:
400 g/planta no primeiro ano;
600 g/planta no segundo ano;
800 g/planta no terceiro ano;
1 kg/planta a partir do quarto ano.
As quantidades devem ser parceladas em 3 aplicações:
A pecuária brasileira enfrenta desafios constantes quando o assunto é produtividade a pasto. Entre as principais dificuldades estão os solos de baixa fertilidade, comuns na região do Cerrado, e a necessidade de forrageiras que aliem rusticidade, valor nutricional e persistência ao longo dos anos.
O manejo de pastagens em áreas sujeitas ao acúmulo de água sempre foi um dos maiores desafios para o pecuarista brasileiro. Tradicionalmente, as cultivares de alta produtividade da espécie Panicum maximum (como o Mombaça ou Tanzânia) exigem solos bem drenados, sofrendo perdas drásticas em condições de "pé molhado".
No cenário agrícola atual, o produtor rural enfrenta desafios que exigem soluções inteligentes e de baixo custo. Seja na recuperação de solos degradados, no combate a pragas invisíveis ou na busca por alternativas para alimentar o gado na entressafra, a escolha da semente certa faz toda a diferença. É nesse contexto que o Feijão Guandu BRS Guatã se destaca como uma das tecnologias mais promissoras desenvolvidas pela Embrapa. O que é o Feijão Guandu BRS Guatã?
Publicado em 14/05/2026 07:45| Publicado em Notícias
A BRS Carinás é a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens desenvolvida especialmente para as condições do Cerrado, reunindo alta produtividade, adaptação a solos ácidos e excelente desempenho animal por área. Mas o que realmente torna essa forrageira um marco para a pecuária nacional? Neste artigo, você vai entender como foi seu processo de desenvolvimento, seus diferenciais técnicos em relação às cultivares tradicionais e por que ela pode ser uma estratégia inteligente para elevar a eficiência e a rentabilidade da sua propriedade. Clique e descubra se a BRS Carinás é a escolha certa para o seu sistema produtivo.
Publicado em 21/05/2025 16:09| Publicado em Notícias
Se você está procurando uma alternativa ao capim Massai e não sabe qual a melhor opção, o cultivar BRS Tamani pode ser a escolha certa. A palavra “tamani”, da língua africana falada no Quênia, significa “precioso”. Algumas características da forragem fazem jus ao nome.