O 04-14-08 é um adubo formulado do tipo NPK, que possui em sua composição a seguinte concentração de nutrientes: 04% de Nitrogênio, 14% de P2O5 (fósforo) e 08% de K2O (potássio). Isto quer dizer que a cada 100 kg do adubo, 04 Kg são de N, 14 Kg de P2O5% e 08 Kg de K2O. É recomendado para uso no plantio, pois é rico em fósforo, nutriente que deve ser colocado o mais próximo possível das raízes da planta, proporcionando uma melhor formação e desenvolvimento das mesmas. Não deve ser aplicado em cobertura pois é pobre em nitrogênio e potássio.
Por ser um adubo de ampla utilização no plantio, pode ser aplicado em hortaliças, frutíferas, flores, gramados e pastagens. Também é uma formulação que se adequa bem para mudanças de vasos (transplante).
Hortaliças
Abobrinha
Alface
Beterraba
Cenoura
Rabanete
Morango
Tomate
Aplicar de 80 a 100 g/m2 do adubo cerca de 10 a 15 dias antes do plantio e misturar com a terra do canteiro.
Pastagens
Panicum
Brachiaria
Aplicar de 30 a 50 g/m2 do adubo no momento do plantio
Para manutenção da pastagem, aplicar 10 a 30 g/m2 a lanço no início da estação das águas após o rebaixamento do pasto
Gramados
Grama Esmeralda
Grama Batatais
Aplicar de 65 a 80 g/m2 a lanço cerca de 10 a 15 dias antes do plantio.
Frutíferas
Citrus:
-laranja,
-limão,
-tangerina,
-murcote
Abrir um buraco de 40x40x40cm e aplicar 700g do adubo. Misturar bem com a terra e calcário cerca de 10 dias antes do plantio da muda.
Para adubação de produção aplicar:
400 g/planta no primeiro ano;
600 g/planta no segundo ano;
800 g/planta no terceiro ano;
1 kg/planta a partir do quarto ano.
As quantidades devem ser parceladas em 3 aplicações:
-primeira em setembro/outubro;
-segunda em dezembro/janeiro;
-terceira em março/abril.
Pode-se optar por aplicar todo o fósforo de uma vez em outubro.
A pecuária brasileira enfrenta desafios constantes quando o assunto é produtividade a pasto. Entre as principais dificuldades estão os solos de baixa fertilidade, comuns na região do Cerrado, e a necessidade de forrageiras que aliem rusticidade, valor nutricional e persistência ao longo dos anos.
O manejo de pastagens em áreas sujeitas ao acúmulo de água sempre foi um dos maiores desafios para o pecuarista brasileiro. Tradicionalmente, as cultivares de alta produtividade da espécie Panicum maximum (como o Mombaça ou Tanzânia) exigem solos bem drenados, sofrendo perdas drásticas em condições de "pé molhado".
No cenário agrícola atual, o produtor rural enfrenta desafios que exigem soluções inteligentes e de baixo custo. Seja na recuperação de solos degradados, no combate a pragas invisíveis ou na busca por alternativas para alimentar o gado na entressafra, a escolha da semente certa faz toda a diferença. É nesse contexto que o Feijão Guandu BRS Guatã se destaca como uma das tecnologias mais promissoras desenvolvidas pela Embrapa. O que é o Feijão Guandu BRS Guatã?
Publicado em 14/05/2026 07:45| Publicado em Notícias
A BRS Carinás é a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens desenvolvida especialmente para as condições do Cerrado, reunindo alta produtividade, adaptação a solos ácidos e excelente desempenho animal por área. Mas o que realmente torna essa forrageira um marco para a pecuária nacional? Neste artigo, você vai entender como foi seu processo de desenvolvimento, seus diferenciais técnicos em relação às cultivares tradicionais e por que ela pode ser uma estratégia inteligente para elevar a eficiência e a rentabilidade da sua propriedade. Clique e descubra se a BRS Carinás é a escolha certa para o seu sistema produtivo.
Publicado em 21/05/2025 16:09| Publicado em Notícias
Se você está procurando uma alternativa ao capim Massai e não sabe qual a melhor opção, o cultivar BRS Tamani pode ser a escolha certa. A palavra “tamani”, da língua africana falada no Quênia, significa “precioso”. Algumas características da forragem fazem jus ao nome.