Características da Planta
O híbrido LAS 229 PRO2 apresenta ciclo precoce, com florescimento feminino aos 60 dias, masculino aos 62 dias e maturação fisiológica aos 138 dias. A planta possui porte médio com 2,20 m de altura e inserção da espiga a 1,30 m. Destaca-se pelo ótimo empalhamento, excelente sanidade de colmo e folha, alta rusticidade e sistema radicular agressivo. Os grãos são do tipo duro alaranjado, com peso de mil grãos de 330 g e boa qualidade. Conta ainda com ótima tolerância ao complexo de enfezamento.
Recomendações de Plantio
Indicado para cultivo na safra e safrinha, cobrindo janelas de abertura, meio e final de safra em solos de média e alta fertilidade. A população recomendada é de 55 a 60 mil plantas por hectare. Em regiões com incidência de vetores como a cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) e o pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis), recomenda-se adotar boas práticas de manejo integrado de pragas.
Produtividade e Finalidade
Híbrido de alto potencial produtivo e tripla aptidão, excelente tanto para a produção de GRÃOS quanto para SILAGEM e MILHO PAMONHA. Sua ampla adaptabilidade garante estabilidade agronômica, elevando a rentabilidade e o desempenho no campo sob diversas condições operacionais.
A pecuária brasileira enfrenta desafios constantes quando o assunto é produtividade a pasto. Entre as principais dificuldades estão os solos de baixa fertilidade, comuns na região do Cerrado, e a necessidade de forrageiras que aliem rusticidade, valor nutricional e persistência ao longo dos anos.
O manejo de pastagens em áreas sujeitas ao acúmulo de água sempre foi um dos maiores desafios para o pecuarista brasileiro. Tradicionalmente, as cultivares de alta produtividade da espécie Panicum maximum (como o Mombaça ou Tanzânia) exigem solos bem drenados, sofrendo perdas drásticas em condições de "pé molhado".
No cenário agrícola atual, o produtor rural enfrenta desafios que exigem soluções inteligentes e de baixo custo. Seja na recuperação de solos degradados, no combate a pragas invisíveis ou na busca por alternativas para alimentar o gado na entressafra, a escolha da semente certa faz toda a diferença. É nesse contexto que o Feijão Guandu BRS Guatã se destaca como uma das tecnologias mais promissoras desenvolvidas pela Embrapa. O que é o Feijão Guandu BRS Guatã?
Publicado em 14/05/2026 07:45| Publicado em Notícias
A BRS Carinás é a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens desenvolvida especialmente para as condições do Cerrado, reunindo alta produtividade, adaptação a solos ácidos e excelente desempenho animal por área. Mas o que realmente torna essa forrageira um marco para a pecuária nacional? Neste artigo, você vai entender como foi seu processo de desenvolvimento, seus diferenciais técnicos em relação às cultivares tradicionais e por que ela pode ser uma estratégia inteligente para elevar a eficiência e a rentabilidade da sua propriedade. Clique e descubra se a BRS Carinás é a escolha certa para o seu sistema produtivo.
Publicado em 21/05/2025 16:09| Publicado em Notícias
Se você está procurando uma alternativa ao capim Massai e não sabe qual a melhor opção, o cultivar BRS Tamani pode ser a escolha certa. A palavra “tamani”, da língua africana falada no Quênia, significa “precioso”. Algumas características da forragem fazem jus ao nome.