O Feijão Guandu BRS Guatã é uma cultivar de duplo propósito desenvolvida pela Embrapa Pecuária Sudeste em parceria com a Unipasto. Essa leguminosa se destaca no mercado como uma aliada estratégica para a sustentabilidade da pecuária e da agricultura.
Recomendações Técnicas
Regiões indicadas: Recomendada para o Sudeste (SP e MG) e Centro-Oeste (DF, GO, MT e MS).
Correção do solo: Exige saturação por bases (V%) entre 50% e 60% via calagem e fornecimento de fósforo no plantio.
Plantio: Deve ser semeada em profundidade de 2 a 3 cm, com espaçamento de 40 a 50 cm entre linhas e densidade de 5 a 10 plantas por metro.
Uso estratégico: Para o controle de nematoides, o plantio deve ser feito de forma solteira. Para reforma e adubação verde, pode ser consorciada com gramíneas.
Vantagens Econômicas e Agronômicas
Manejo fitossanitário: Inibe a reprodução de até cinco espécies de nematoides (como Pratylenchus brachyurus, P. zeae, Meloidogyne incognita e M. javanica), limpando o solo para culturas subsequentes como a soja e a cana-de-açúcar.
Tolerância à seca: Produz cerca de 3 toneladas de massa seca por hectare em regime de sequeiro, rendimento equivalente ao sistema irrigado.
Nutrição animal: Possui cerca de 15% de teor de proteína bruta, oferecendo forragem rica para bovinos no período de estiagem.
Arquitetura e Ciclo: Planta ereta com hastes finas e flexíveis que facilitam os tratos culturais. Seu ciclo vegetativo curto antecipa o pastejo em aproximadamente 30 dias em comparação à cultivar BRS Mandarim.
Melhoria do solo: Alta capacidade de fixação biológica de nitrogênio e sistema radicular agressivo que rompe camadas compactadas.
A cultivar reduz custos com adubos nitrogenados e defensivos químicos, impulsionando a rentabilidade do produtor.
A pecuária brasileira enfrenta desafios constantes quando o assunto é produtividade a pasto. Entre as principais dificuldades estão os solos de baixa fertilidade, comuns na região do Cerrado, e a necessidade de forrageiras que aliem rusticidade, valor nutricional e persistência ao longo dos anos.
O manejo de pastagens em áreas sujeitas ao acúmulo de água sempre foi um dos maiores desafios para o pecuarista brasileiro. Tradicionalmente, as cultivares de alta produtividade da espécie Panicum maximum (como o Mombaça ou Tanzânia) exigem solos bem drenados, sofrendo perdas drásticas em condições de "pé molhado".
No cenário agrícola atual, o produtor rural enfrenta desafios que exigem soluções inteligentes e de baixo custo. Seja na recuperação de solos degradados, no combate a pragas invisíveis ou na busca por alternativas para alimentar o gado na entressafra, a escolha da semente certa faz toda a diferença. É nesse contexto que o Feijão Guandu BRS Guatã se destaca como uma das tecnologias mais promissoras desenvolvidas pela Embrapa. O que é o Feijão Guandu BRS Guatã?
Publicado em 14/05/2026 07:45| Publicado em Notícias
A BRS Carinás é a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens desenvolvida especialmente para as condições do Cerrado, reunindo alta produtividade, adaptação a solos ácidos e excelente desempenho animal por área. Mas o que realmente torna essa forrageira um marco para a pecuária nacional? Neste artigo, você vai entender como foi seu processo de desenvolvimento, seus diferenciais técnicos em relação às cultivares tradicionais e por que ela pode ser uma estratégia inteligente para elevar a eficiência e a rentabilidade da sua propriedade. Clique e descubra se a BRS Carinás é a escolha certa para o seu sistema produtivo.
Publicado em 21/05/2025 16:09| Publicado em Notícias
Se você está procurando uma alternativa ao capim Massai e não sabe qual a melhor opção, o cultivar BRS Tamani pode ser a escolha certa. A palavra “tamani”, da língua africana falada no Quênia, significa “precioso”. Algumas características da forragem fazem jus ao nome.