A farinha de carne e ossos (FCO) destaca-se na agricultura como um fertilizante orgânico de alta eficiência e excelente custo-benefício. Originada da reciclagem animal, ela é uma alternativa sustentável aos adubos minerais fosfatados.
Conheça as quatro principais vantagens de sua aplicação:
• Riqueza em Fósforo (P) e Cálcio (Ca): Estimula o desenvolvimento do sistema radicular, melhora a floração, a frutificação e a resistência estrutural das plantas.
• Aporte de Nitrogênio (N): Diferente da farinha de ossos pura, a presença de tecidos carneos garante teores de nitrogênio entre 6% e 7%.
• Liberação Gradual: Os nutrientes orgânicos são disponibilizados lentamente via mineralização do solo, evitando perdas por lixiviação.
• Estímulo à Microbiota: Alimenta os microrganismos benéficos do solo, melhorando sua estrutura física e fertilidade a longo prazo.
Cuidados Indispensáveis
Apesar dos benefícios, o manejo exige atenção rigorosa. Por lei (normativas do MAPA), seu uso é estritamente proibido na alimentação de ruminantes devido ao risco de transmissão de encefalopatia espongiforme bovina. Portanto, armazene o produto longe do gado. Além disso, seu odor característico atrai cães e gatos; é fundamental incorporar e enterrar bem a farinha no solo após a aplicação, evitando que animais domésticos a ingiram e sofram intoxicações.
Recomendado para uso na agricultura orgânica pensando-se em fornecimento de fósforo e cálcio de forma natural. Também pode ser utilizado em jadins, canteiros, vasos e jardineiras. Incorporar e enterrar bem para evitar a atração de animais.
A pecuária brasileira enfrenta desafios constantes quando o assunto é produtividade a pasto. Entre as principais dificuldades estão os solos de baixa fertilidade, comuns na região do Cerrado, e a necessidade de forrageiras que aliem rusticidade, valor nutricional e persistência ao longo dos anos.
O manejo de pastagens em áreas sujeitas ao acúmulo de água sempre foi um dos maiores desafios para o pecuarista brasileiro. Tradicionalmente, as cultivares de alta produtividade da espécie Panicum maximum (como o Mombaça ou Tanzânia) exigem solos bem drenados, sofrendo perdas drásticas em condições de "pé molhado".
No cenário agrícola atual, o produtor rural enfrenta desafios que exigem soluções inteligentes e de baixo custo. Seja na recuperação de solos degradados, no combate a pragas invisíveis ou na busca por alternativas para alimentar o gado na entressafra, a escolha da semente certa faz toda a diferença. É nesse contexto que o Feijão Guandu BRS Guatã se destaca como uma das tecnologias mais promissoras desenvolvidas pela Embrapa. O que é o Feijão Guandu BRS Guatã?
Publicado em 14/05/2026 07:45| Publicado em Notícias
A BRS Carinás é a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens desenvolvida especialmente para as condições do Cerrado, reunindo alta produtividade, adaptação a solos ácidos e excelente desempenho animal por área. Mas o que realmente torna essa forrageira um marco para a pecuária nacional? Neste artigo, você vai entender como foi seu processo de desenvolvimento, seus diferenciais técnicos em relação às cultivares tradicionais e por que ela pode ser uma estratégia inteligente para elevar a eficiência e a rentabilidade da sua propriedade. Clique e descubra se a BRS Carinás é a escolha certa para o seu sistema produtivo.
Publicado em 21/05/2025 16:09| Publicado em Notícias
Se você está procurando uma alternativa ao capim Massai e não sabe qual a melhor opção, o cultivar BRS Tamani pode ser a escolha certa. A palavra “tamani”, da língua africana falada no Quênia, significa “precioso”. Algumas características da forragem fazem jus ao nome.