Armadilha Adesiva (Cola Rato):
COMPOSIÇÃO E PRINCIPIO ATIVO:
A armadilha adesiva é composta por resina e borracha sintética aplicadas sobre uma bandeja, geralmente de poliestireno. Não possui princípio ativo químico, sendo um produto atóxico e isento de registro, pois seu mecanismo de ação é puramente físico (captura por adesão).
VANTAGENS:
É uma alternativa livre de venenos, tornando-a segura para uso em cozinhas, despensas, áreas com crianças e animais domésticos, ou locais onde raticidas químicos são proibidos. Possui alto poder de fixação (algumas fórmulas são "All Season", garantindo maior durabilidade), e pode conter aroma atrativo para os roedores. É indicada para o monitoramento e controle de roedores (ratos e camundongos) e insetos rasteiros.
MODO DE USAR:
Examine a área para identificar tocas e trilhas de passagem (próximo a paredes e esconderijos). Separe a armadilha e posicione-a com a cola para cima nos locais identificados. Verifique diariamente; se não houver captura em 2-3 dias, mude a armadilha de lugar. Após a captura, descarte a armadilha e o roedor em um saco plástico.
CUIDADOS:
Mantenha fora do alcance de crianças e animais domésticos. Não coloque em áreas úmidas, sob chuva ou luz solar direta, para não comprometer a eficácia da cola. Use luvas ao manusear. Em caso de contato acidental com a pele, limpe a área com óleo mineral ou aguarrás e lave com água e sabão.
A pecuária brasileira enfrenta desafios constantes quando o assunto é produtividade a pasto. Entre as principais dificuldades estão os solos de baixa fertilidade, comuns na região do Cerrado, e a necessidade de forrageiras que aliem rusticidade, valor nutricional e persistência ao longo dos anos.
O manejo de pastagens em áreas sujeitas ao acúmulo de água sempre foi um dos maiores desafios para o pecuarista brasileiro. Tradicionalmente, as cultivares de alta produtividade da espécie Panicum maximum (como o Mombaça ou Tanzânia) exigem solos bem drenados, sofrendo perdas drásticas em condições de "pé molhado".
No cenário agrícola atual, o produtor rural enfrenta desafios que exigem soluções inteligentes e de baixo custo. Seja na recuperação de solos degradados, no combate a pragas invisíveis ou na busca por alternativas para alimentar o gado na entressafra, a escolha da semente certa faz toda a diferença. É nesse contexto que o Feijão Guandu BRS Guatã se destaca como uma das tecnologias mais promissoras desenvolvidas pela Embrapa. O que é o Feijão Guandu BRS Guatã?
Publicado em 14/05/2026 07:45| Publicado em Notícias
A BRS Carinás é a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens desenvolvida especialmente para as condições do Cerrado, reunindo alta produtividade, adaptação a solos ácidos e excelente desempenho animal por área. Mas o que realmente torna essa forrageira um marco para a pecuária nacional? Neste artigo, você vai entender como foi seu processo de desenvolvimento, seus diferenciais técnicos em relação às cultivares tradicionais e por que ela pode ser uma estratégia inteligente para elevar a eficiência e a rentabilidade da sua propriedade. Clique e descubra se a BRS Carinás é a escolha certa para o seu sistema produtivo.
Publicado em 21/05/2025 16:09| Publicado em Notícias
Se você está procurando uma alternativa ao capim Massai e não sabe qual a melhor opção, o cultivar BRS Tamani pode ser a escolha certa. A palavra “tamani”, da língua africana falada no Quênia, significa “precioso”. Algumas características da forragem fazem jus ao nome.